<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4562053012561333213</id><updated>2012-02-16T20:08:50.290-08:00</updated><category term='Maurilio Tadeu de Campos'/><title type='text'>Maurilio Tadeu de Campos, Escritor</title><subtitle type='html'>Maurilio Tadeu de Campos, escritor de excelente qualidade, vem atingido sua maturidade artística a partir de cada trabalho editado. Professor dedicadíssimo e amante de literatura, tem três livros editados, além de participações em diversas antologias. É, também, cronista, com textos editados em revistas e jornais diversos. Esse blog é destinado a discutir a obra desse talentoso escritor.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Escritor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01341210277048895373</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>12</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4562053012561333213.post-8463752177610928497</id><published>2012-01-28T04:14:00.000-08:00</published><updated>2012-01-28T04:14:15.021-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Elis, a estrela do Brasil&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Maurilio Tadeu de Campos&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;“Ah, como essa coisa é tão bonita / Ser cantora, ser artista / Isso tudo é muito bom...”&amp;nbsp; (Joyce/Ana Terra)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sorriso nervoso de dentes pequenos, gestos de braços se agitando combinados ao canto forte. Elis chamou a atenção e imediatamente conquistou inúmeros fãs. Na era dos Festivais, ainda no tempo da TV em preto e branco, assisti a final do Festival Nacional da Música Brasileira de 1965. Elis imprimiu seu talento a uma bela canção de Edu Lobo e Vinícius de Moraes, Arrastão, que venceu o Festival. O Berimbau de Ouro foi parar nas mãos dos seus autores, que o repassaram à intérprete por merecimento. Elis projetou-se nacionalmente, porém, com a canção Menino das Laranjas de Theo de Barros e Geraldo Vandré. E mostrou a que veio: ser a melhor intérprete da música popular brasileira de todos os tempos. E foi se renovando, ampliando seu repertório, revelando novos e já conhecidos compositores, deixando a sua marca de mulher combativa e determinada. Apesar de ter vivido apenas trinta e seis anos notabilizou-se como artista e ainda hoje é referência na canção popular do Brasil e de além fronteiras. Descoberta em Porto Alegre, sua cidade natal, surgiu para a música e consolidou-se como grande cantora. Procurou trabalhar a sua voz como se fosse um instrumento, extremamente afinado, dominando graves e agudos com facilidade. Numa entrevista revelou que cantar era o que mais gostava de fazer; e isso ela fazia isso muito bem, com segurança e perfeição. O sucesso marcou a sua trajetória de artista, aplaudida e reverenciada em muitos palcos brasileiros e do exterior.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sempre em busca de maior esmero técnico roçou, com algum risco, períodos de interpretações mais frias, mas soube imprimir à sua carreira momentos vibrantes, intensos, como grande atriz do canto, combinando emoção à técnica de grande intérprete. Seus shows foram disputados por platéias ávidas e numerosas, como em Falso Brilhante, que teve mais de mil apresentações e ficou dois anos em cartaz. Transversal do Tempo foi outro espetáculo cuja polêmica marcou uma fase altamente politizada da cantora em anos difíceis. Saudade do Brasil, outro de seus shows em que a popularidade e a grandiosidade de Elis podiam ser observadas em suas interpretações. E o seu último, O Trem Azul, confirmou a sua versatilidade. Soube conduzir com maestria vários programas de TV, a partir de O Fino da Bossa, apresentados, todos, com talento e, acima de tudo, com carisma e precisão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No auge da carreira e repleta de planos saiu da vida, inesperadamente. Ficamos atônitos. Não conseguimos aceitar que, de repente, o Brasil perdia a sua melhor intérprete popular. O rádio, a TV e outros meios de comunicação voltaram-se à morte de Elis. Naquele 19 de janeiro de 1982 nada mais se ouvia a não ser o som da sua voz e as imagens das suas apresentações. As notícias expunham o que não queríamos acreditar. Choraram Marias e Clarices; chorou a nossa Pátria, mãe gentil. Hoje vemos e ouvimos Elis por meios eletrônicos, como desenhos de luz, agrupamentos de pontos, de partículas, processamentos de sinais, uma forma nebulosa feita de luz e sombra, como uma estrela. Há exatos trinta anos Elis Regina intensificou seu fulgor de estrela de primeira grandeza e jamais será esquecida. Brilhará eternamente no universo da música popular de todos os tempos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4562053012561333213-8463752177610928497?l=mauriliotadeuescritor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/feeds/8463752177610928497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/2012/01/elis-estrela-do-brasil-maurilio-tadeu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default/8463752177610928497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default/8463752177610928497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/2012/01/elis-estrela-do-brasil-maurilio-tadeu.html' title=''/><author><name>Escritor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01341210277048895373</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4562053012561333213.post-7924605997395035124</id><published>2012-01-14T17:22:00.001-08:00</published><updated>2012-01-14T17:25:39.900-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Presentes de Deus&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Maurilio Tadeu de Campos&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tarde de domingo, ensolarada. Estava no Deck do Pescador observando o sol estender o seu rastro dourado sobre o mar, na entrada do estuário. Essa cena levou-me à fantasia de um caminhar imaginário naquele tapete estendido pelo astro rei que se despedia para retornar, admirável, no novo amanhecer. Nos rostos das pessoas percebi o prazer que a natureza proporcionava, fazendo todos se irmanarem, cúmplices da magia astral que conduzia ao êxtase completo, à paz, à felicidade. Barcos de diversos tipos e tamanhos cortavam o mar e seguiam pela esteira dourada, num vaivém frenético de quem quer ir ou chegar por esse mar tão nosso e tão próprio da nossa cidade, limite da orla sem limites para o Atlântico. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em Santos, nos lugares em que costumamos frequentar, acabamos por encontrar pessoas conhecidas e, naturalmente, os laços de amizade vão sendo fortalecidos, mesmo que, inicialmente, nem saibamos direito as identidades dos rostos já familiares e, quase sempre sorridentes. Cada rosto passa a ter um toque conhecido e quando ficamos juntos nos sentimos bem. O pertencimento é o traço de união; estamos na mesma cidade, que escolhemos para nascer e viver, essa Santos marítima que mistura o trabalho e o lazer e nos faz muito bem. E nessas tardes quentes e ensolaradas, reencontrar amigos é inevitável. A busca pela brisa que suaviza o calor vem reger esses instantes agradáveis. Respiramos profundamente e absorvemos a maresia que está impregnada na atmosfera benfazeja; é bom desfrutar desse ar, que nos traz a energia necessária para que enfrentemos bem os dias seguintes. Nos encontros, trocamos sorrisos afetuosos, apertos de mãos, cumprimentos, atos comuns aos que se querem bem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O verão nos oferece dias mais longos, tardes quase intermináveis em que o poente proporcionado pelo Sol é a constatação de que a porta do dia vai se fechando vagarosamente, conduzindo nossos pensamentos aos sonhos e às coisas boas realizadas ao longo da nossa vida. E cada vez que a porta de um novo dia se abre, nos sentimos preparados para continuar a nossa trajetória de cidadãos do mundo, impulsionados para novos momentos a experimentar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E eu, ali, naquele deck, extasiado, em meio a um emaranhado de varas de pescar e de semblantes ansiosos vi surgir à minha frente uma suave nave branca, vagarosa, imponente e bela. Braços passaram a se agitar, para as despedidas. Do navio muitos acenaram e nós, ali, retribuímos, como se a desejar boa viagem. E o tapete dourado produzido pelo sol é rasgado pela proa do transatlântico que passa imperante rumo ao oceano. Um apito grave nos acautela e parece nos dizer: “Até breve, vou até ali e já volto”. Logo depois, outros navios, tão majestosos quanto o primeiro, também desfilam pela passarela dourada, espargindo esperanças e conduzindo sonhos, misturados ao lazer e ao entretenimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Voltei para casa com as imagens daquele fim de tarde de domingo, tão parecido com tantos outros, mas, ao mesmo tempo diferente. Os domingos jamais serão todos iguais, pois cada um nos traz a sua especial e doce individualidade, que guardamos em nossa memória com alegria e emoção. Em pensamento agradeci a Deus por ter assistido a uma sequência de performances tão singulares, presentes de valor incalculável, oferecidos de graça, numa mistura do progresso do homem e, sobretudo, da grandiosa obra de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4562053012561333213-7924605997395035124?l=mauriliotadeuescritor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/feeds/7924605997395035124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/2012/01/presentes-de-deus-maurilio-tadeu-de.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default/7924605997395035124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default/7924605997395035124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/2012/01/presentes-de-deus-maurilio-tadeu-de.html' title=''/><author><name>Escritor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01341210277048895373</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4562053012561333213.post-6550140388120362716</id><published>2011-07-24T08:38:00.000-07:00</published><updated>2011-07-26T17:05:12.131-07:00</updated><title type='text'>Obrigado pela Visita! Volte sempre!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #073763; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;Obrigado pela visita. Gostaria de contar com os seus comentários, diretamente aqui ou pelo meu e-mail, &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:mtc@iron.com.br"&gt;&lt;span style="color: #073763; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;mtc@iron.com.br&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #073763; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;Neste Blog você poderá ler meus escritos e outras notícias vinculadas a &amp;nbsp;"&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;CONTEMPORÂNEA-Projetos Culturais&lt;/span&gt;", entidade cultural da qual sou presidente. &amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #073763; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #073763;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color: #073763; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #073763; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;Maurilio&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4562053012561333213-6550140388120362716?l=mauriliotadeuescritor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/feeds/6550140388120362716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/2011/07/obrigado-pela-visita-volte-sempre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default/6550140388120362716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default/6550140388120362716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/2011/07/obrigado-pela-visita-volte-sempre.html' title='Obrigado pela Visita! Volte sempre!'/><author><name>Escritor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01341210277048895373</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4562053012561333213.post-170378142097708749</id><published>2011-07-24T08:16:00.000-07:00</published><updated>2011-07-24T08:40:14.945-07:00</updated><title type='text'>Atos Solidários (?)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Numa dessas noites frias de julho vi um pequeno grupo de moradores de rua, acomodados sob a marquise de um supermercado, ocupando o chão forrado com caixas de papelão abertas, usadas para isolar a friagem transmitida pelo piso. Fiquei incomodado com aquela situação. Poderia fazer alguma coisa por eles? Fui até minha casa e, com a ajuda da família, preparei uns sanduíches e uma garrafa de café. Peguei também alguns cobertores que não seriam mais usados em casa. Coloquei tudo numa sacola e voltei à porta do supermercado que, naquele horário já encerrara suas atividades. Cheguei cauteloso. Eram três homens, deitados, já preparados para dormir, enrolados em cobertas surradas e mal cheirosas. Cheguei devagar e, não pretendendo assustar, anunciei minha presença com voz mansa. Um deles levantou a cabeça e eu falei que estava ali para trazer um lanche. Logo, os três sentaram, esperando a minha doação. Ofereci a cada um deles um copo e fui servindo o café, entregando os sanduíches, cuidadosamente embrulhados. Eles começaram a comer enquanto eu os olhava num misto de satisfação e pena. Estava, porém, oferecendo pouco. Não seria aquele lanche que resolveria toda a situação daquelas vidas, repletas de maus tratos e de abandono. De repente, um deles fitou-me diretamente nos olhos. Foi um instante em que a comunicação visual disse quase tudo. Ele transmitiu, naquele olhar, a sua gratidão, mas eu percebi a desesperança de um homem sem perspectivas e que chegara ao fundo do poço. Logo depois, querendo complementar a comunicação, ele disse: “Hoje a gente estava com mais fome do que frio, mesmo com esse tempo. É difícil dormir assim. As cobertas ajudam a esquentar, mas com o estômago vazio fica complicado pegar no sono. Muito agradecido pelo lanche, moço. Se quiser trazer sempre, vai ser bom demais”. Um sorriso triste brotou dos lábios daquele homem, que tentou retribuir minha generosidade com algumas palavras de agradecimento. Os outros também agradeceram pelo lanche e disseram ainda que já estavam acostumados àquela vida e que, em noites muito frias, eram obrigados a procurar locais mais protegidos para suportar o tempo, as vezes chuvoso. Uma sensação de mal estar dominou meus pensamentos. O café e os sanduíches não eram suficientes para resolver a situação deles. Viriam, certamente, outros dias de frio e fome ao desabrigo. Eu havia trazido dois cobertores e eles eram três. Isso, porém, não foi, para eles, o maior problema. Combinaram e distribuíram as cobertas, dividindo tudo, de forma solidária. O mais velho de todos ficou com o cobertor mais volumoso porque, de acordo com o mais moço, era quem precisava ficar mais aquecido; esse ato de humanitarismo serviu-me de exemplo. A vontade de ajudar poderia ser maior do que, simplesmente, fazer algo de bom num único momento da vida daqueles homens. Antes pensara que, agindo assim, estaria em paz com a minha consciência. Estava enganado. A vida não se resume em apenas um dia. A dignidade humana não pode ser tratada com um simples ato isolado. Voltei para casa apreensivo, desejoso de fazer algo mais por aquelas e por outras pessoas. Seria preciso procurar um clube de serviços comunitários para me engajar como voluntário, talvez, aproveitando meu tempo livre para ajudar pessoas carentes e necessitadas de auxílio. Aquele meu gesto quase humanitário foi um alerta para que eu compreendesse que estava muito distante da bondade ainda não colocada em prática por puro comodismo e pela ausência de uma efetiva atitude cidadã de amor e de respeito ao meu semelhante.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4562053012561333213-170378142097708749?l=mauriliotadeuescritor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/feeds/170378142097708749/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/2011/07/atos-solidarios.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default/170378142097708749'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default/170378142097708749'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/2011/07/atos-solidarios.html' title='Atos Solidários (?)'/><author><name>Escritor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01341210277048895373</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4562053012561333213.post-2295822685282378441</id><published>2011-07-24T08:11:00.000-07:00</published><updated>2011-07-24T08:40:46.840-07:00</updated><title type='text'>Ars Viva, 50 Anos de Boa Música</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 29 de abril de 1961 um grupo de artistas e intelectuais fez surgir o Madrigal Ars Viva, com a finalidade de divulgar a música menos convencional e seus autores a partir de um movimento nada ortodoxo, que propunha novas maneiras de tratar o som, a palavra, a luz, a composição quase em decomposição proposital, também reconstruída. Tomei conhecimento do Ars Viva nos anos setenta, por intermédio do professor Roberto Martins, também compositor e integrante do coral. A postura do jovem mestre, progressista, bem fundamentada, deixara-me impressionado. Fiquei curioso e fui ver o coral se apresentar. Achei tudo muito estranho. A dissonância invadiu meus ouvidos e não combinou com a minha pouca experiência musical da ocasião, nada erudita. Eu gostava de música, mas aquilo me parecia meio complicado de digerir tão facilmente. Um dia Martins emprestou-me um LP do Madrigal. Em casa, ouvindo o disco, tentei compreender a razão de se fazer algo tão incrivelmente diferente, provocativo e agressivo ao meu incauto ouvido. Em 1974, Roberto Martins substituiu Klaus Dieter Wolff e passou a reger o grupo. Eu, que já tinha interesse em participar de um coral, entendia, no entanto, que não possuía a qualificação necessária para fazer parte do Ars Viva, muito complexo, no meu ponto de vista da época. No início dos anos oitenta, li uma entrevista do Maestro Martins e, num certo trecho, ele pedia para que as pessoas que gostassem de cantar e que fossem afinadas procurassem a sede do Madrigal. Motivado pela entrevista, num sábado do mês de setembro de 1982, fui até a Rua Barão de Paranapiacaba e, na casa de número 31, antiga sede do Ars Viva, ousei fazer parte do Madrigal. Orientaram-me a aguardar o maestro. Ele chegou e eu passei por um teste, sendo indicado a integrar o naipe de tenores. Naquele mesmo dia participei do primeiro ensaio. Retornei para casa com algumas partituras e, nos sábados seguintes, estava integrado aos ensaios do coral. Naquele tempo era preciso passar por uma experiência de seis meses para, depois, poder fazer parte do grupo em um concerto. E a minha estréia deu-se no dia 29 de abril de 1983, na Igreja de São Benedito. Há quase 29 anos pertenço ao Madrigal Ars Viva, um coral que me proporcionou mais do que a oportunidade de cantar. Tornou-se uma escola e fez de mim um ouvinte mais apurado, mais crítico, mais interessado em melhor compreender as diversas vertentes da música, familiarizado mais e mais com novos e já consagrados compositores. O Madrigal está incorporado a mim e, certamente, eu a ele. Pertencemos-nos e o nosso relacionamento faz muito bem a ambos, creio, cantor e coral, numa plena simbiose. Hoje, quando festejamos os cinquenta anos de criação do Ars Viva posso ter o privilégio de comemorar, com os meus companheiros desse espetacular grupo coral, meio século de uma existência coesa, cercada de bons e agradáveis momentos e de inúmeras e gratificantes recordações. Um dia, quando não mais puder fazer parte do Ars Viva, espero que outros cantores o estejam integrando. Raro é existir, num país em que a cultura ainda está relegada a plano secundário, um grupo coral como o Madrigal Ars Viva, diferente dos demais, único, digno representante da música coral de todas as tendências e épocas, laboratório permanente de recriação da música antiga e de criação da música nova. O Ars Viva tem revelado, ao longo de todos esses anos, a obra de novos compositores e divulgado, incessantemente, os já consagrados. Estou muito feliz por fazer parte desse grupo coral. Parabéns Ars Viva!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4562053012561333213-2295822685282378441?l=mauriliotadeuescritor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/feeds/2295822685282378441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/2011/07/blog-post.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default/2295822685282378441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default/2295822685282378441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/2011/07/blog-post.html' title='Ars Viva, 50 Anos de Boa Música'/><author><name>Escritor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01341210277048895373</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4562053012561333213.post-9072395205000563917</id><published>2010-07-05T07:02:00.000-07:00</published><updated>2011-07-24T08:41:09.788-07:00</updated><title type='text'>Sejamos Patriotas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No ano da Copa do Mundo o Brasil ficou mais verde e amarelo. Nunca se viu tanto patriotismo: bandeirinhas, bandeirolas, bandeiras gigantes nas mãos de brasileiros, amarradas aos seus corpos, enfeitando janelas. O Hino Nacional, balbuciado ou gritado por muitas bocas que não o sabem cantar inteiro, cuja letra nem é, de fato, compreendida por não ter sido adequadamente absorvida como lema da Pátria. Enfim, os símbolos nacionais estão relacionados, hoje, à Copa do Mundo. E depois? Esse ufanismo todo manifestar-se-á a partir do final desse torneio e ficará incorporado a vida dos brasileiros, ou estará sendo demonstrado apenas em eventos esportivos? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As famílias e as escolas já não mais cultivam o civismo, o amor à Pátria com a mesma intensidade de antes. Sabíamos entoar o Hino Nacional Brasileiro do começo ao fim, sem trocar, por exemplo, versos da primeira com o da segunda parte da letra, ou seja, “Brasil, um sonho intenso, um raio vívido”, da primeira parte, e “Brasil, de amor eterno seja símbolo”, da segunda. Compreendíamos, também, o significado do poema, cuja maioria dos seus versos foi construída na ordem indireta, com termos ainda pouco conhecidos e nada explicados, principalmente nas escolas. Hoje, não há mais o professor de educação musical e, quando esse profissional existe, talvez nem saiba corretamente a letra e a música de um dos mais belos hinos pátrios de todo o mundo. A Bandeira Nacional, então, está sendo usada em situações discutíveis, tais como: tecido para confecção de roupas, forro de mesa, toalha de praia, lenço de cabeça, guardanapo, fundo para a aplicação de distintivos de times de futebol, num total desrespeito a esse símbolo nacional. A Bandeira Brasileira não é um simples pedaço de pano; é um dos Símbolos da Pátria e, por isso, deve merecer de nós, brasileiros, maior respeito. Hoje ela passou a ser, apenas, a bandeira da Seleção Brasileira de Futebol. E quando a seleção se desfizer? Certamente a bandeira não estará sendo tão lembrada e, ao ser utilizada, certamente não será percebida com a mesma galhardia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aproveitemos esse momento para incutir nas pessoas as maneiras mais corretas do uso e do respeito aos Símbolos Nacionais, principalmente a Bandeira e o Hino. Voltemos nossa atenção a eles e nos preocupemos em reverenciá-los nos momentos em que estiverem sendo corretamente utilizados. Se existe o mau uso, até por inocência, é hora de valer-se dos recursos da poderosa mídia para despertar nas mentes das pessoas que esses símbolos são os retratos vivos do Brasil e que devemos, acima de tudo, ter respeito por eles e, quando ouvirmos o Hino Nacional e vermos a Bandeira Brasileira hasteada num mastro ou conduzida num momento patriótico, saibamos que nós, brasileiros, estamos ali representados, como filhos dessa Pátria ainda tão sofrida, tão desigual, tão merecedora de ocupar uma posição de destaque entre as maiores nações do mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Precisamos sentir orgulho pleno da nossa nacionalidade, não apenas nos momentos de competições esportivas, mas a todo instante, para assumirmos uma identidade única, mais solidária, mais humanizadora, mais comprometida com os nossos ideais de cidadania. Não nos permitamos deixar levar como massa ufanista na avalanche da paixão momentânea. Exercitemos os hábitos de civismo com naturalidade, mas com sabedoria, para que, a todo o momento, possamos sentir orgulho do país em que nascemos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que as vuvuzelas entoem como “clarins” do civismo pleno, manifestando brava sonoridade que nos remeta ao papel de brasileiros de fato e não apenas de torcedores envolvidos pelo fanatismo passageiro.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4562053012561333213-9072395205000563917?l=mauriliotadeuescritor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/feeds/9072395205000563917/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/2010/07/sejamos-patriotas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default/9072395205000563917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default/9072395205000563917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/2010/07/sejamos-patriotas.html' title='Sejamos Patriotas'/><author><name>Escritor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01341210277048895373</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4562053012561333213.post-2889100423551667851</id><published>2010-01-30T08:53:00.000-08:00</published><updated>2011-07-24T08:42:19.402-07:00</updated><title type='text'>Sonhos de um novo ano</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cada ano que começa nos traz a esperança de que tudo irá melhorar e que o recomeço nos impulsionará a seguir novos e mais saudáveis caminhos, quem sabe ainda não percorridos por aqueles que insistem em ser individualistas demais, investindo na solidão como um meio de autoflagelação, como se tudo de mal que lhes acontece seja culpa exclusiva de outras pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É comum nos depararmos com seres humanos tristes, alheios, nada dispostos a compartilhar para viver uma vida mais simples e feliz. Preferem acompanhar os modismos sem perceber que estão sendo manipulados pela sedução do consumismo e pelo imediatismo. Isso faz com que se perca a capacidade de por em prática o afeto e o carinho através de manifestações puras e simples do sorriso, do abraço, do aperto de mão, do elogio e de tantas outras formas de ações positivas que deixaram se ser executadas pelo homem, dito “ser racional”. Dizem os cientistas que o homem é a mais frágil das criaturas, particularmente em dois momentos opostos da vida: a infância e a velhice, dependendo mais dos seus semelhantes para viver confortavelmente e sem riscos. Então, essa fragilidade requer do homem uma atenção mais especial para si mesmo, a tudo que está à sua volta, aos seus parceiros desse tão judiado Planeta Terra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ano novo nos possibilita, também, a conscientização e a atenção mais apurada para com o nosso Planeta, no sentido de, ao menos, minorar as bruscas mudanças climáticas que vem ocorrendo e que, certamente, nos impulsionarão a resguardar o nosso habitat, a natureza castigada pelo progresso e pela ganância de ter mais do que é necessário para uma vida digna. Viver apenas para acumular riquezas materiais não faz parte da essência de nenhum ser, habitante da Terra. Um trabalho de introspecção e de reflexão faz-se necessário para que possamos por em prática o que depende, também, de nós, para que possamos viver num ambiente puro e saudável, mais adequado à nossa felicidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Saibamos, pois, reverter esse quadro individualista para outro, mais solidário, mais humanitário, mais voltado à certeza de que tudo irá mudar, para melhor, se assim o quisermos. A partir de um trabalho conjunto poderemos conquistar um lugar que está presente nos nossos sonhos e que nenhum dinheiro poderá comprar: um mundo profícuo, feliz, repleto de boas energias e mais propício à realização de todos os nossos desejos, um espaço em que possamos exercitar e por em prática a solidariedade e o humanitarismo. Ainda dá tempo de reverter esse quadro, pois estamos no primeiro mês de 2010, um ano que, certamente, esperamos ser mais feliz em todos os sentidos. Janeiro nos trouxe alguns acontecimentos em que a solidariedade está orientando as atitudes das pessoas, no sentido de auxiliar o semelhante em dificuldades. Aproveitemos essa oportunidade para caminhar rumo a real prática da solidariedade. Isso, certamente, nos fará muito bem, nos fortalecerá como indivíduos capazes de estender as mãos para o afeto, para o carinho e para o querer bem. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4562053012561333213-2889100423551667851?l=mauriliotadeuescritor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/feeds/2889100423551667851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/2010/01/sonhos-de-um-novo-ano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default/2889100423551667851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default/2889100423551667851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/2010/01/sonhos-de-um-novo-ano.html' title='Sonhos de um novo ano'/><author><name>Escritor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01341210277048895373</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4562053012561333213.post-7444636960145197399</id><published>2009-10-31T06:59:00.001-07:00</published><updated>2009-10-31T07:03:28.649-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maurilio Tadeu de Campos'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_BOx0Bs8meBo/SuxCvd-fRBI/AAAAAAAAAD0/odRKFHV69nQ/s1600-h/DSC00819.JPG"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_BOx0Bs8meBo/SuxCvd-fRBI/AAAAAAAAAD0/odRKFHV69nQ/s200/DSC00819.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398763436578391058" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4562053012561333213-7444636960145197399?l=mauriliotadeuescritor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/feeds/7444636960145197399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/2009/10/blog-post_31.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default/7444636960145197399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default/7444636960145197399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/2009/10/blog-post_31.html' title=''/><author><name>Escritor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01341210277048895373</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_BOx0Bs8meBo/SuxCvd-fRBI/AAAAAAAAAD0/odRKFHV69nQ/s72-c/DSC00819.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4562053012561333213.post-3992534625862660948</id><published>2009-10-31T06:58:00.001-07:00</published><updated>2009-10-31T06:58:27.785-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4562053012561333213-3992534625862660948?l=mauriliotadeuescritor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/feeds/3992534625862660948/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/2009/10/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default/3992534625862660948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default/3992534625862660948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/2009/10/blog-post.html' title=''/><author><name>Escritor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01341210277048895373</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4562053012561333213.post-350136284090087639</id><published>2009-10-09T19:59:00.000-07:00</published><updated>2009-10-10T20:12:01.853-07:00</updated><title type='text'>Um Blog para a literatura</title><content type='html'>Vamos nos comunicar, trocar idéias, nos conhecer melhor. Ao visitar esse blog, deixe aqui seus comentários, suas opiniões. Ainda estou acrescentando informações e tentando mante-las, atualizadas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4562053012561333213-350136284090087639?l=mauriliotadeuescritor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/feeds/350136284090087639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/2009/10/um-blog-para-literatura.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default/350136284090087639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default/350136284090087639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/2009/10/um-blog-para-literatura.html' title='Um Blog para a literatura'/><author><name>Escritor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01341210277048895373</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4562053012561333213.post-5874397073293225623</id><published>2009-10-09T19:54:00.000-07:00</published><updated>2011-07-24T08:43:10.672-07:00</updated><title type='text'>Villa-Lobos, sublime presença</title><content type='html'>&lt;span style="color: #333333;"&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há 50 anos o Brasil perdia Heitor Villa-Lobos, o nosso mais famoso músico, compositor, arranjador, educador e modernista. Ele tomou para si o trabalho de agrupar as diferentes características culturais manifestadas pelo caboclo, pelo homem das grandes cidades, pelo sertanejo e pelo imigrante, num grande trabalho de etnografia, para transformá-las numa única manifestação cultural, que juntasse todas essas diferenças, deixando-as transparecer através da arte, popular ou erudita. Para reunir todas as variáveis culturais, Villa-Lobos viajou pelas regiões brasileiras, absorvendo as peculiaridades de cada ambiente, ouvindo os sons da natureza, o modo de ser dos habitantes dos diversos lugares por ele percorridos. A partir daí, o compositor descobriu uma linguagem peculiarmente brasileira em música, que o credenciou a ser o principal compositor do movimento modernista de 1922, quando mostrou toda a sua versatilidade, manifestada em sua bela obra. Compôs quase mil canções, entre as quais destacam-se os choros, as Bachianas, além de peças para canto coral que romperam as barreiras do eruditismo, trazendo para as partituras clássicas elementos sonoros e melódicos vinculados ao folclore, aos costumes indígenas e às demais manifestações populares, enaltecendo de maneira sensacional o caráter nacionalista ligados aos hábitos e costumes do Brasil. Foi aclamado em diversos países e hoje é referência para a musica de seu tempo, transpondo fronteiras, tornando-se uma figura sem precedentes na arte e na cultura, nacional e internacional, enaltecendo o nosso país em todos os instantes em que a sua arte chegou aos olhos e aos ouvidos do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homenagens estão sendo feitas desde o início do ano, em diversos lugares do Brasil e em outros países. Desde o Festival Villa-Lobos, já na sua 47ª edição, tradicional evento de música clássica realizado no Rio de Janeiro no mês de novembro, além de exibições de documentários, especiais e filmes que enaltecem a figura desse extraordinário brasileiro. A realização bem recente do Simpósio Internacional Heitor Villa-Lobos, em São Paulo, os concertos diversos em várias localidades e até grandes acontecimentos em capitais estrangeiras como, por exemplo, o que está sendo programado para dezembro pela Universidade Sorbonne, em Paris. Essas homenagens simbolizam algo quase inédito: a perpetuação da memória, da cultura nacional que transpõe fronteiras e é apropriada pelos mais diversos povos, pelas nações e que, nesse momento, rememora Villa-Lobos, esse genial artista, respeitado onde quer que seja mencionado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heitor Villa-Lobos merece cada gesto, cada lembrança, cada homenagem, pois é exemplo a ser seguido por todos aqueles que anseiam fazer da arte e da música o seu meio de satisfação pessoal e profissional e os que pretendam, como ele, acariciar os nossos sentimentos, despertando a sensibilidade, a emoção e o prazer de conviver com a boa e apurada produção artística, típica dos grandes mestres. &lt;/div&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;_______________________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maurilio Tadeu de Campos é professor e escritor. Membro efetivo da Academia Santista de Letras e Presidente da Contemporânea Projetos Culturais. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4562053012561333213-5874397073293225623?l=mauriliotadeuescritor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/feeds/5874397073293225623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/2009/10/vinicius-o-poetinha.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default/5874397073293225623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4562053012561333213/posts/default/5874397073293225623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mauriliotadeuescritor.blogspot.com/2009/10/vinicius-o-poetinha.html' title='Villa-Lobos, sublime presença'/><author><name>Escritor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01341210277048895373</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4562053012561333213.post-9133364982339596898</id><published>2009-10-09T19:27:00.000-07:00</published><updated>2009-10-25T21:34:43.224-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_BOx0Bs8meBo/StC9Q8yukbI/AAAAAAAAADc/yNKWk1kmMKA/s1600-h/DSC01139.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 150px; FLOAT: right; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391016852856934834" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_BOx0Bs8meBo/StC9Q8yukbI/AAAAAAAAADc/yNKWk1kmMKA/s200/DSC01139.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;CONCURSO DE POESIA CONTEMPORÂNEA 2009&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Realização: &lt;strong&gt;CONTEMPORÂNEA - Projetos Culturais&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Comissão Organizadora:&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Jardel Pacheco e Maurilio Tadeu de Campos&lt;br /&gt;Caixa postal 2621 - Santos - SP - CEP 11025-971&lt;br /&gt;Telefax (13) 3273-4655&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerimônia de Premiação: 3 de outubro de 2009 - 20 horas&lt;br /&gt;Aliança Francesa de Santos - Santos - SP. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_BOx0Bs8meBo/StXKyH5tosI/AAAAAAAAADk/22KyBHjxXZQ/s1600-h/trofeu_e_antologia.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 227px; FLOAT: right; HEIGHT: 255px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5392439091309421250" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_BOx0Bs8meBo/StXKyH5tosI/AAAAAAAAADk/22KyBHjxXZQ/s200/trofeu_e_antologia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao lado, foto com o troféu e um exemplar da Antologia &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_BOx0Bs8meBo/StXKyH5tosI/AAAAAAAAADk/22KyBHjxXZQ/s1600-h/trofeu_e_antologia.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span 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Trombin&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Americana – SP&lt;br /&gt;Poema: Per.Verso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4º Lugar&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Carlos Brunno Silva Barbosa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Valença – RJ&lt;br /&gt;Poema: Mozart Vagabundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5º Lugar:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo Costa de Albuquerque&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Campo Grande – MS&lt;br /&gt;Poema: Ressurreição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Demais Finalistas:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;António José Barradas Barroso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Parede - Portugal&lt;br /&gt;Poema: Quando Voltares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eugênia Flavian&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Peruíbe - SP&lt;br /&gt;Poema: Abasto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Francisco Eliúde Pinheiro Galvão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;São Vicente – SP&lt;br /&gt;Poema: Mulher&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gabriel de Souza&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Lisboa – Portugal&lt;br /&gt;Poema: Traço de União&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gilberto Marassi de Loiola Leite&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;São Paulo – SP&lt;br /&gt;Poema: Virgem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gláucio Junqueiroz Teixeira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;São Paulo – SP&lt;br /&gt;Poema: Soneto d’Alma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ilze Odete Hoffman&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Joinville – SC&lt;br /&gt;Poema: Marinha!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Iracy Barros dos Anjos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Bady Bassit – SP&lt;br /&gt;Poema: Tapete Tecido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jaíra de Oliveira Presa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Santos – SP&lt;br /&gt;Poema: Cântico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;José Carlos Santos Peres&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Avaré – SP&lt;br /&gt;Poema: Carpintaria na Alma da Poesia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;José Gabriel Gonçalves&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Carcavelos – Portugal&lt;br /&gt;Poema: Comunidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Luiz Gondin de Araújo Lins&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Rio de Janeiro – RJ&lt;br /&gt;Poema: Encontro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Maria Hilda de Jesus Alão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Santos – SP&lt;br /&gt;Poema: Todo Amor do Mundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Markiano Charan Filho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Santos – SP&lt;br /&gt;Poema: Queria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rafael José Leme&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Leme – SP&lt;br /&gt;Poema: Cinzas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rodney Caetano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Curitiba – PR&lt;br /&gt;Poema: Poema Lead&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Selma Araújo Marfil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mogi das Cruzes – SP&lt;br /&gt;Quando te Encontrei&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tatiana Alves Soares Caldas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Rio de Janeiro – RJ&lt;br /&gt;Poema: Essência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vera Márcia Paráboli Silva Vidigal Milanese&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;São José do Rio Preto&lt;br /&gt;Poema: Dança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vinícius Gonçalves Melo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Rio de Janeiro – RJ&lt;br /&gt;Poema: Cruzamento&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;----------------------------------------&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;============================&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Comissão Julgadora:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Carlos Marcelo Castro Lovatto&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Escritor e professor de Literatura &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Maria Estela Duarte&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Professora de Literatura e de Língua Portuguesa&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Regina Campos&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Escritora&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Roberto Martins&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Músico, Compositor e Professor de Língua Portuguesa e Literatura&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Rosemary Prado dos Passos&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Professora de Literatura e de Língua Portuguesa&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;===========================&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span 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